sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Para o dr. Pará (in memorian).





"Nos tempos de colégio tive um professor de História e Português, o dr. Pará -- que refuto como um dos

mais brilhantes e cultos homens que já conheci. Ele, quando lia meus poemetos, me dizia que 'um dia eu ocuparia uma cadeira na ABL (Academia Brasileira de Letras)'. Hoje, depois de 35 anos, já não sinto
tal deslumbramento e perdi minhas ilusões de garoto. Por isso, dr. Pará, onde quer que o senhor esteja,
saiba que continuo um mero aprendiz e, creio, ainda tenho a música no ouvido."