domingo, 16 de abril de 2017

Minha poesia.





Minha poesia vem do cortiço, da favela, do submundo das ruas escuras com seus bares e inferninhos. Minha poesia vem também de Pessoa, Quintana, Bandeira... e dos livros que nunca li, pois os mesmos cultuam um mundo inacessível no meu  imaginário já sem tempo para reflexões na pressa de viver. 


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